Matt Sayles/AP
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Casa de Prince vira museu e corte nega direito a dupla que pleiteava herança

Visitas guiadas custarão cerca de US$ 40; mulher e gatora alegam ser sobrinhas do cantor

Ansa Flash

28 Outubro 2016 | 10h58

A casa que pertenceu ao cantor norte-americano Prince, localizada perto de Minneapolis, em Minnesota, no norte dos Estados Unidos, foi transformada em um museu e será aberta ao público nesta sexta-feira (28).

A residência do astro, morto em abril deste ano devido ao uso excessivo de analgésicos, ocupa 5 mil metros quadrados e irá expor milhares de itens pessoais, incluindo roupas usadas pelo artista em seus shows, instrumentos musicais e carros.

De acordo com o site oficial, os turistas vão fazer visitas guiadas de 70 minutos e poderão conhecer os estúdios de gravação, o auditório e um espaço mantido em segredo por Prince.

A entrada vai custar cerca de US$ 40 (aproximadamente R$ 125). Para visitas "VIP", com maior tempo de duração, o valor será de US$ 100 (R$ 315) e incluirá outros ambientes da casa.

O projeto do museu Paisley Park será gerenciado pela entidade que é responsável pelo patrimônio do cantor, em colaboração com a companhia que administra Graceland, a famosa casa de Elvis Presley, onde o Rei do Rock está enterrado há 22 anos. 

Nos tribunais. Um juiz Minnesota decidiu, na quarta-feira, 26, que uma mulher e uma garota, que diziam ser sobrinha e sobrinha-neta de Prince não serão considerados herdeiras do cantor. 

Dessa forma, o juiz decidiu que Brianna Nelson e sua sobrinha, Victoria Nelson, estão excluídas da herança, não tendo direito à partilha de bens do cantor, que foi avaliada em US $ 300 milhões.

Brianna e Victoria Nelson alegam ter direitos por serem descendentes de Duane Nelson, que seria meio-irmão de Prince, mas documentos contestam essa alegação, mostrando que o pai de Prince não é pai de biológico de Duane, que sempre foi tratado como filho, mesno não sendo.

 

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