Baterista do The Police ironiza Cristina, Bachelet e Hillary

Músico diz que argentina 'estaria boa para uma cerveja', enquanto Hillary para depois garrafas de tequila

Marina Guimarães, da Agência Estado,

30 Outubro 2007 | 17h23

A presidente do Chile, Michele Bachelet, e a presidente eleita da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, sofreram nesta terça-feira, 30, o primeiro enfrentamento, embora involuntário. O baterista do grupo de rock The Police, Stewart Copeland, fez uma comparação entre as duas mulheres que está gerando polêmica em Santiago e em Buenos Aires.   Crítica a eleitorado portenho antecipa tensão da 'era Cristina'   "Devo dizer que a presidente argentina vai estar melhor que a sua", disse o bem humorado Copeland a um jornalista chileno. Brincalhão, Copeland continuou: "Olha, a futura presidente da Argentina estaria boa para uma cerveja. A sua (Bachelet) para quatro. E Hillary Clinton. Ufa!! Essa estaria para depois de uma ou duas garrafas de tequila para mim e para ela!!!!"   A brincadeira foi feita em meio à entrevista realizada pela revista Wiken acompanhada pelo jornal local El Mercurio. As piadinhas de Copeland foram mal recebidas pela Casa de la Moneda. "Isso é machismo. Disso falamos quando falamos do machismo que está presente nos meios de comunicação, na imprensa escrita, e está presente quando falamos, quando nos relacionamos", afirmou a ministra do Serviço Nacional da Mulher do Chile, Laura Albornoz.   A reportagem à Copeland foi realizada no contexto da turnê da banda de rock The Police, integrada também por Sting e Andy Summers, que realizará um concerto em Santiago no próximo 5 de dezembro.

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