AFP PHOTO / TASSO MARCELO
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5 fatos que o Queens of the Stone Age levou para o Rock In Rio

Grupo foi a penúltima banda a tocar no Palco Mundo nesta quinta-feira, 24, e comprovou sua relevância

Guilherme Sobota, O Estado de S. Paulo

25 Setembro 2015 | 00h47

1. Rock tranquilão. Sem compromissos mais sérios (a banda vem ao Brasil todo ano desde 2013), sem ter que apresentar novas canções e descansados, o Queens of the Stone Age fez um show relaxado (no bom sentido) no Rock in Rio 2015. Ponto pra eles.

2. Resposta. O álbum ...Like Clockwork, de 2013, jogou de vez o QOTSA no mainstream. Hoje em dia todo mundo sabe cantar No One Knows e Go With The Flow. Boa resposta do público.

3. Josh Homme. O cara é uma verdadeira entidade do rock no palco. Alto e forte, Homme faz suas dancinhas de sempre como quem brinca. E elas sempre funcionam. Sua versão ao vivo de Vampire of Time and Memory, que ele começa sozinho, num pianinho, é memorável.

4. Entrosamento. Desde a época da apresentação do Queens of the Stone Age no Lollapalooza em São Paulo, em 2013, o baterista Jon Theodore (ex-Mars Volta) se encaixa perfeitamente na banda. A entrega de Song for the Dead é a prova mais óbvia do entrosamento afinadíssimo do Queens.

5. Song for the Dead. Aliás, essa música por si só é um bom motivo para um show do Qotsa. Explosiva, barulhenta e raivosa, e também flexível para solos criativos, ela poderia durar cinco horas. Ninguém ia reclamar. Talvez a moçada que está em Copacabana, porque esse som chegaria até lá.

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