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Museu da Língua Portuguesa abre mostra após incêndio

- Atualizado: 04 Março 2016 | 21h 12

Depois de o fogo destruir a sede da instituição em SP, exposição itinerante é realizada em Araraquara

Uma exposição itinerante do Museu da Língua Portuguesa foi aberta nesta sexta-feira, 4, em Araraquara (SP). É a primeira atividade do museu desde o incêndio que atingiu a sua sede em São Paulo, em dezembro do ano passado. A Estação da Língua permanecerá em Araraquara até o dia 2 de abril.

O diretor da instituição, Antonio Carlos Sartini, diz que a iniciativa mostra que o museu continua vivo. A sede, na Estação da Luz, segue sendo recuperada. Já a exposição itinerante está em Araraquara no Palacete das Rosas e vai depois para outras cidades paulistas, sendo a próxima Pirassununga. Ela resgata a história, origem e peculiaridades da língua portuguesa.

Para o público, são mais de 300 m² de área de exposição que tem como um dos destaques o Mapa dos Falares, que apresenta o português falado em diferentes regiões do Estado. A mostra ocorreu entre os anos de 2013 e 2014, quando passou por sete municípios, sendo retomada quase dois anos depois.

'Estação da Língua'. Sotaques do português pelo mundo
'Estação da Língua'. Sotaques do português pelo mundo

Na exposição, os visitantes aprendem sobre a origem e o significado das palavras. Em um espaço, há o apelo visual com a projeção de textos importantes da literatura, enquanto em outro é possível ouvir pessoas falando a língua portuguesa com diferentes sotaques também em vários países. Há ainda outras atrações, algumas interativas com o público.

Fogo. No dia 21 de dezembro de 2015, o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, foi destruído por um incêndio de grandes proporções e está sendo recuperado. Ocupando 4,3 mil m² em três andares da Estação da Luz, o museu foi inaugurado em 2006 e recebeu 1,6 milhão de visitantes nos últimos três anos.

O governo de São Paulo assinou um convênio que permitirá à Fundação Roberto Marinho reconstruir o local com o dinheiro do seguro contra incêndio, no valor de R$ 45 milhões e que ainda não foi liberado. Por enquanto, o imóvel passa por limpeza e os equipamentos que restaram por uma higienização.

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