1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Monólogo de 'O Filho Eterno' volta a São Paulo na Bienal

Guilherme Sobota - O Estado de S. Paulo

26 Agosto 2014 | 20h 21

Charles Fricks faz apresentação única do espetáculo nesta quinta

O ator Charles Fricks volta a São Paulo para encenar O Filho Eterno, nesta quinta-feira, às 20 h, no Anfiteatro da Bienal do Livro, no Anhembi. A peça estreou no Rio em junho de 2011 - três anos depois, o ator continua a falar com paixão do monólogo que lhe rendeu diversos prêmios importantes, inclusive o Shell de melhor ator. Em uma conversa com o Estado, nesta quarta-feira- para a qual ele interrompeu por alguns momentos a revisão do texto -, Fricks reafirma que gosta de interpretar esse texto exatamente por ele contar uma das histórias mais lindas que ele já viu.

A peça é um monólogo adaptado por Bruno Lara Resende do romance de Cristovão Tezza. Lançado em 2007, O Filho Eterno levou todos os prêmios literários do Brasil e alçou, definitiva e merecidamente, o autor ao panteão da melhor literatura nacional. O livro conta a história de um escritor brasileiro nos anos 1980 que se depara com o nascimento de um filho com síndrome de Down - condições do próprio Tezza.

Divulgação
Fricks. Ator diz que a paixão é a mesma desde o início

Com direção de Daniel Herz, a peça dura aproximadamente 80 minutos, nos quais a plateia fica exposta diante do personagem interpretado por Fricks, que faz uma autoanálise profunda sem nunca esbarrar na autopiedade. “As pessoas ficam impressionadas com ele justamente porque vivemos em uma época em que o politicamente correto é muito valorizado, e o personagem se coloca de forma muito corajosa, fala exatamente o que está pensando, sem nenhum grau de censura”, diz Fricks, ressaltando que o politicamente correto deve ter espaço, mas essa atitude sincera do personagem atrai o público.

A Bienal do Livro ainda recebe outras duas peças de teatro ao longo da semana. No sábado, às 13 h, Denise Stoklos apresenta sua leitura de Carta ao Pai, de Kafka, trazendo elementos da sociedade brasileira. No domingo, às 20 h, encerramento da Bienal, será encenada A Hora Errada, peça com direção de Tomás Rezende e texto de Lourenço Mutarelli, sobre um casal que tem que lidar com uma nova ordem mundial numa sociedade distópica. 

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo