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Woody Allen diz que vai responder à carta de filha adotiva

O Estado de S. Paulo

02 Fevereiro 2014 | 21h 02

Em nota ao site The Hollywood Reporter, ele classifica o texto como 'falso' e 'infame'

O cineasta Woody Allen, que voltou a ser assombrado pela acusação de ter abusado sexualmente de sua filha adotiva Dylan Farrow quando ela tinha sete anos, disse, em nota, por meio de um porta-voz, que vai responder à carta publicada por Dylan no sábado, no site do New York Times, e que traz de volta a público o episódio de 1992.

“Allen leu o artigo e o considerou falso e infame. Ele vai responder a tudo muito em breve”, diz a nota enviada ao site The Hollywood Reporter.

Pronunciando-se pela primeira vez publicamente, Dylan começa seu texto dizendo: “Qual é seu filme predileto de Woody Allen? Antes de responder, você deve saber: quando eu tinha sete anos, Woody Allen me levou pela mão a um quarto escuro, como um closet, no segundo andar de nossa casa. Ele mandou me deitar de bruços e brincar com o trenzinho do meu irmão. Então, abusou sexualmente de mim”.

O cineasta nunca foi processado criminalmente porque à época os médicos que examinaram a garota não conseguiram extrair dela depoimentos que o incriminassem de maneira convincente.

O assunto volta aos debates às vésperas do Oscar - Woody Allen concorre pelo roteiro de Blue Jasmine - e depois de uma polêmica entrevista dada por Mia Farrow, sua ex-mulher, à Vanity Fair. Nela, a atriz conta que é possível que Ronan Farrow não seja filho do diretor, mas sim do cantor Frank Sinatra