REUTERS/Brian Snyder
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Venda de empresa de Harvey Weinstein está em discussão

Para procurador-geral de Nova York, qualquer acordo deve incluir garantias de compensação financeira para vítimas de assédio e abusos que poder ter sido praticados pelo produtor

O Estado de S.Paulo

12 Fevereiro 2018 | 19h41

Uma proposta de venda da The Weinstein Co. está em discussão depois que o procurador-geral de Nova York apresentou um processo argumentando que qualquer acordo teria que incluir garantias de compensação financeira para mulheres assediadas ou abusadas pelo co-fundador Harvey Weinstein.

O processo, apresentado no domingo, acusa o produtor de filmes de assédio sexual contra as empregadas "repetidamente e persistentemente", em violação do leis estaduais. O escritório do procurador-geral disse que o processo foi apresentado em parte devido a relatos de uma venda iminente da empresa de cinema a um grupo de investidores liderado por María Contreras-Sweet, que era a responsável pela Agência Federal par Pequenas e Médias Empresas, sob a presidência de Barack Obama.

Weinstein negou repetidamente qualquer acusação de sexo não consensual. Seu advogado em Nova York emitiu um comunicado dizendo que qualquer reclamação contra o cliente "falta de mérito".

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