Uma vida em frente das câmeras

Antes mesmo de se estabelecer como cantora e, depois, apresentadora, Hebe Camargo já estava atuando. Em 1949, ela apareceu no primeiro filme, Quase no Céu. Dois anos depois, no segundo, Liana, a Pecadora. Hebe começou morena, mas quando fez Zé do Periquito, em 1960, com Mazzaropi, já estava platinada.

O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2012 | 03h08

No ano 2000, dublou a personagem Baylene na animação Dinossauro. Fez, depois, Coisa de Mulher, comédia de Eliana Fonseca, em 2005. E, em 2009, participou de Xuxa e o Mistério de Feiurinha, de Tizuka Yamasaki.

Como pioneira da TV brasileira - que foi -, Hebe passou boa parte de sua vida diante das câmeras. No cinema, foi sazonal. A TV era sua mídia. A Noite da Madrinha, de Sérgio Miceli, foi um ensaio pioneiro ao investigar seu programa (e aquele sofá). Com aquela conversa de comadre, Hebe expôs, mais que muito cientista social, os suportes ideológicos da classe média do País. / L.C.M.

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