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Tom Hanks volta a viver o professor Robert Langdon, em 'Inferno'

'Obrigado, Ron Howard, por me fazer, pelo menos neste filme, o mais inteligente de todos', brincou o ator; veja o trailer

ANSA FLASH

07 Outubro 2016 | 10h30

O ator norte-americano Tom Hanks está em Florença para a estreia mundial do seu novo filme, Inferno, de Ron Howard, que acontecerá em 13 de outubro.

O terceiro longa adaptado da série do best-seller homônimo de Dan Brown fez da palavra "inferno" uma das mais faladas na coletiva de imprensa de lançamento do filme. "Somos nós no mundo real que estamos criando o verdadeiro inferno. O ambiente está em risco, e há tantas pessoas que vivem na escravidão", afirmou Hanks.

No filme, o ator interpreta mais uma vez o professor Robert Langdon, simbologista e decodificador de mistérios secretos. Um papel que o protagonista de O Código da Vinci e Anjos e Demônios aprecia muito.

"Obrigado, Ron Howard, por me fazer, pelo menos neste filme, o mais inteligente de todos", brincou Hanks, se dirigindo ao diretor. Na coletiva, realizada no Palazzo Vecchio, o ator assumiu o papel de Langdon e começou a falar, em tom de doutorado, sobre a pintura da Batalha dos Marcianos e a luta do exército florentino contra os Siena.

Perguntado sobre como seria o inferno de Hanks, ele respondeu: "Eu sou um homem de sorte, limpo, honesto, mas sempre acontece um momento em cada um de nós que nos faz acordar às três da manhã. Nesses momentos nos olhamos diante do espelho e perguntamos a nós mesmos: O que para mim é sucesso na vida? Mas eu não tenho nada do que reclamar".

Inferno conta a vida de um milionário louco que quer criar uma nova praga para eliminar 90% da humanidade e assim permitir que um grupo seleto tenha uma vida melhor. "A ameaça mais terrível hoje, eu acho que é a ignorância. Estamos frente a uma encruzilhada, e abraçar a ignorância é a coisa mais perigosa.

Pensemos no que aconteceu no Oriente Médio nos últimos cinco anos, um efeito dominó. Temos que entender que só precisamos dar respostas simples para questões complexas. A cada quatro anos, surge este tipo de pergunta, mas agora o caos parece dominante no mundo". 

 

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