Morte e tumulto marcam Virada Cultural em São Paulo

Morte, tumulto e furtos marcaram a Virada Cultural, que aconteceu entre as tardes de sábado e ontem, na região central de São Paulo. Durante o evento, um jovem foi assassinado e profissionais da TV Cultura foram vítimas de agressões. Perto do palco da Avenida São João, houve uma briga na madrugada. Segundo Everaldo Junior, diretor de eventos da São Paulo Turismo, quatro pessoas ficaram feridas. Três levemente.

AE, Agência Estado

17 Maio 2010 | 11h02

A Virada terminou ontem por volta das 20 horas com os shows dos cantores Geraldo Azevedo, Xangai, Elomar e Vital Farias na Praça Júlio Prestes. O evento parece ter aprendido lições de anos anteriores: melhorou a questão dos banheiros, deu chance para artistas menos midiáticos (especialmente boa a ideia do Palco de Um Homem Só), mas falhou na manutenção das lixeiras e recolhimento do lixo. O policiamento foi deficiente na madrugada, o que facilitou a ação de batedores de carteiras e vândalos.

A inclusão de outras manifestações, como a reunião de competidores de cosplay, batalhas de sabres de luz e outros ''nerds'' na Praça Roosevelt e os tatuadores na Galeria Prestes Maia provocou rebuliço. Cerca de 4 milhões de pessoas prestigiaram os eventos da Virada Cultural. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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