Caetano volta atrás e confirma canção para Luana Piovani

Durante show no Rio, cantor falou também sobre o possível namoro com Ildi Silva

Roberta Pennafort,

13 Junho 2007 | 16h11

A noite era de gravação do DVD Multishow Ao Vivo Cê, mas Caetano Veloso aproveitou o show na Fundição Progresso, na noite de terça-feira, 12, para tentar pôr fim ao imbróglio envolvendo a música feita para Luana Piovani - sim, ela foi sua musa inspiradora -, comentar sobre um possível romance com a atriz Ildi Silva e, claro, falar de política. Nem as declarações, nem a apresentação pareceram impactar muito o público, em sua maioria, jovens. Ao cantar Um Sonho, Caetano disparou: "Luana não está de todo errada quando diz que a música foi para ela. Grande parte foi inspirada nela. Mas eu não gostei da atitude dela (de dar publicidade a isso). Ela tinha que ter me ligado e perguntado: ‘Caetano, posso falar?’".   Em seguida, comentou sobre Musa Híbrida, outra música do disco Cê: "Essa música dizem que foi feita para Ildi Silva. Agora os sites de fofoca estão dizendo que ela está desmentindo ser minha namorada. Ela não poderia desmentir, porque nunca disse que era minha namorada".   Mais cedo, o cantor, que por algumas vezes pediu silêncio à platéia da "Fodeção Progresso" (conforme o cantor se referiu ao local),  já tinha discorrido sobre sua condição de "criador de polêmicas", relatando um episódio já contado durante a turnê de Cê. "Quando este disco saiu, houve também eleições e eu dei entrevistas. A mim me perguntam sobre tudo e eu respondo tudo, porque sou maluco", disse.   "Estou acostumado a desagradar desde 1967. Eu dei uma entrevista ao (jornalista) Jorge Bastos Moreno no blog dele e eu li os comentários. Os lulistas me esculhambaram, os antilulistas me esculhambaram. Houve um cara que bateu, tocou em mim. Ele dizia: ‘Vocês todos têm razão. Ninguém agüenta mais ouvir o Caetano falando sobre tudo. Mas o pior é ter que ouvir o Caetano tocando violão.’" Foi a deixa para ele cantar e tocar A Voz do Violão, momento banquinho e violão da noite. Do celebrado Cê, foram incluídos Outro, Minhas Lágrimas, Homem, Odeio (exaltada pelo cantor, que disse que adora ‘Odeio’), Waly Salomão, Não Me Arrependo, Deusa Urbana, O Herói e Rocks, uma das poucas a levantar a pláteia - que gostou mais de ouvir as antigas Sampa, como Dois e Dois, Desde Que o Samba É Samba, London London e Fora da Ordem.   Três mil pessoas, 2.500 pagantes e 500 convidados, estavam na Fundição (a casa da Lapa tem capacidade para 5 mil e, dois dias antes, estivera abarrotada para o último show de despedida da banda carioca Los Hermanos.) Era Dia dos Namorados e muitos casaizinhos deram as costas para o palco para se entreterem sozinhos.   Antes das 2 horas, quando o cantor e a banda do Cê - Pedro Sá (guitarra), Marcelo Callado (bateria) e Ricardo Dias Gomes (baixo) - ainda repetiam algumas músicas para o DVD, boa parte dos espectadores já havia debandado. Caetano, que já tinha sambado, rebolado e até levantado a blusa, mostrando a barriga, só pôde reconhecer: "Agora somos menos. A noite era de gravação do DVD Multishow Ao Vivo Cê, mas Caetano Veloso aproveitou o show na Fundição Progresso, na noite de terça-feira, 12, para tentar pôr fim ao imbróglio envolvendo a música feita para Luana Piovani - sim, ela foi sua musa inspiradora -, comentar sobre um possível romance com a atriz Ildi Silva e, claro, falar de política. Nem as declarações, nem a apresentação pareceram impactar muito o público, em sua maioria, jovens. Ao cantar Um Sonho, Caetano disparou: "Luana não está de todo errada quando diz que a música foi para ela. Grande parte foi inspirada nela. Mas eu não gostei da atitude dela (de dar publicidade a isso). Ela tinha que ter me ligado e perguntado: ‘Caetano, posso falar?’".   Em seguida, comentou sobre Musa Híbrida, outra música do disco Cê: "Essa música dizem que foi feita para Ildi Silva. Agora os sites de fofoca estão dizendo que ela está desmentindo ser minha namorada. Ela não poderia desmentir, porque nunca disse que era minha namorada".   Mais cedo, o cantor, que por algumas vezes pediu silêncio à platéia da Fodeção Progresso, já tinha discorrido sobre sua condição de "criador de polêmicas", relatando um episódio já contado durante a turnê de Cê. "Quando este disco saiu, houve também eleições e eu dei entrevistas. A mim me perguntam sobre tudo e eu respondo tudo, porque sou maluco", disse.   "Estou acostumado a desagradar desde 1967. Eu dei uma entrevista ao (jornalista) Jorge Bastos Moreno no blog dele e eu li os comentários. Os lulistas me esculhambaram, os antilulistas me esculhambaram. Houve um cara que bateu, tocou em mim. Ele dizia: ‘Vocês todos têm razão. Ninguém agüenta mais ouvir o Caetano falando sobre tudo. Mas o pior é ter que ouvir o Caetano tocando violão.’" Foi a deixa para ele cantar e tocar A Voz do Violão, momento banquinho e violão da noite. Do celebrado Cê, foram incluídos Outro, Minhas Lágrimas, Homem, Odeio (exaltada pelo cantor, que disse que adora ‘Odeio’), Waly Salomão, Não Me Arrependo, Deusa Urbana, O Herói e Rocks, uma das poucas a levantar a pláteia - que gostou mais de ouvir as antigas Sampa, como Dois e Dois, Desde Que o Samba É Samba, London London e Fora da Ordem.   Três mil pessoas, 2.500 pagantes e 500 convidados, estavam na Fundição (a casa da Lapa tem capacidade para 5 mil e, dois dias antes, estivera abarrotada para o último show de despedida da banda carioca Los Hermanos.) Era Dia dos Namorados e muitos casaizinhos deram as costas para o palco para se entreterem sozinhos.   Antes das 2 horas, quando o cantor e a banda do Cê - Pedro Sá (guitarra), Marcelo Callado (bateria) e Ricardo Dias Gomes (baixo) - ainda repetiam algumas músicas para o DVD, boa parte dos espectadores já havia debandado. Caetano, que já tinha sambado, rebolado e até levantado a blusa, mostrando a barriga, só pôde reconhecer: "Agora somos menos.

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