Antes de estréia, Michael Moore deseja ´tudo de bom´ a Bush

´Sicko´, filme que critica sistema de saúde dos EUA, chega ao país na sexta-feira

Agencia Estado

07 Junho 2027 | 16h28

O diretor Michael Moore fez na terça-feira, 26, declarações que podem surpreender seus críticos: um pedido de compaixão por outras pessoas e votos de felicidade ao presidente americano George W. Bush. Moore dirigiu o documentário anti-Bush Fahrenheit 11 de Setembro (2004) e está de volta ao ataque, a partir de sexta-feira, nos Estados Unidos, com Sicko. Sua nova produção pretende expor as fraquezas do sistema de saúde do país, mostrando o sistema de Cuba. Em protesto na frente da Prefeitura de Los Angeles, o cineasta relembrou seu avô, um médico que queria "ajudar pessoas, e não fazer grana". Moore falou sobre freiras que o educaram quando criança e afirmou que "a lição mais importante é que seremos julgados pela maneira como tratamos os mais necessitados". Depois do discurso, um repórter perguntou se ele tinha algo a dizer ao presidente Bush. Moore respondeu com voz calma: "Desejo-lhe tudo de bom, e peço para ele por favor traga as tropas (do Iraque) para casa".

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