Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Taylor Lautner divulga episódio final da série 'Crepúsculo' no Rio

Filme estreia no dia 15 em 1300 salas de todo o Brasil; é o maior lançamento já feito no País

Luiz Carlos Merten - O Estado de S.Paulo,

24 Outubro 2012 | 12h38

RIO - Muitas delas passaram a noite na frente do Hotel Fasano, no Arpoador, só na expectativa de ver Taylor Lautner. São as fãs da série Crepúsculo, que vai chegando ao fim. No dia 15, Edward, Bella e Jacob vão tomar de assalto 1300 salas de todo o País - é o maior lançamento já feito no Brasil. A Paris Filmes espera fazer pelo menos dez milhões de espectadores com o a segunda parte do episódio final da saga de vampiros, Amanhecer. Três anos depois de visitar São Paulo, Taylor Lautner, o Jacob, está de volta, agora no Rio.

Ele diz amar o Brasil, sua cultura, o futebol. Gostaria de trabalhar com algum diretor brasileiro, por que não?, mas é incapaz de citar um filme do Brasil que tenha visto um dia, nem mesmo um diretor brasileiro, que bem poderia ser Walter Salles. Afinal, Salles dirigiu Kristen Stewart, a Bella, em On the Road. Lautner sabe que está vivendo o fim de uma fase de sua vida - e carreira.

“Quando isso começou (Crepúsculo), nenhum de nós podia imaginar que ia virar esse fenômeno”, ele avalia. O que explica tamanho sucesso? “Não creio que consiga explicar, mas acho que é a história de amor, o triângulo Bella/Edward/Jacob. Mesmo se ele não fosse vampiro e eu, lobisomem, acho que o público jovem continuaria ligado na trama.”

O que ele guarda dessa experiência que consumiu cinco anos de sua vida? “Acima de tudo, as amizades. Conheci pessoas incríveis, muitos permanecem meus amigos e eu espero que sejamos amigos para sempre.” O que, decididamente, ele não vai lamentar? “Não aguentava mais tirar a camisa diante da câmera. Acabou.” Quem, se lembra do primeiro filme da série, recorda um Jacob um tanto franzino, um adolescente comum. No 2, ele já havia encorpado e, a partir daí, o bíceps de Jacob, ou melhor, de Taylor Lautner, passou a frequentar a mídia.

O que é mais difícil fazer - cenas dramáticas, em que tem de atuar, ou de ação? As primeiras, claro. Ele não poupa elogios ao diretor Bill Condon, que fez, segundo ele 'a terrific job'. Acrescenta que os fãs vão amar o desfecho da saga. Seu personagem cresceu e ficou ainda mais importante. Ajudou muito o fato de Stefanie Meyer, que criou a série, ser a produtora executiva de Amanhecer. “Antes, ela visitava o set e eu aproveitava para lhe fazer perguntas, porque ninguém conhece melhor esses personagens que ela. Foi quem os criou. Dessa vez, ela estava presente, o tempo todo. Isso nos deu segurança.”

Qual a melhor cena da série para Lautner? “É uma cena de Amanhecer - Segunda Parte, quando Bella descobre que teve a visão de como será sua filha no futuro. Ela reage como uma fera. A nova força de Bella, agora vampira, criou um momento muito forte.” Lautner gostaria de ficar mais tempo no Rio, de ir ao futebol, à praia. E o futuro? “Quero fazer coisas diferentes”, anuncia. Seus ídolos são Tom Cruise, Denzel Washington e Matt Damon. Nenhum deles faz um tipo de filme, apenas. Exercitam-se na comédia, na ação, no drama. Sobre a sua participação no projeto 50 Tons de Cinza, Lautner desconversa. Faz cara de quem foi apanhado numa falta. “Não li o livro”, desculpa-se, “mas sei que é alguma coisa forte. Ouço falar que me querem no filme, mas ainda nem estamos conversando.”

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