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Rachel Nichols, armada e poderosa em filme

Aos 36 anos, a atriz enfrenta um apocalipse zumbi em ‘Pandemic’, que entra em cartaz nos EUA, em abril

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Ian Spelling,
The New York Times

27 Março 2016 | 02h00

Rachel Nichols não tinha ideia do que estava por vir. Embora tenha feito filmes e seriados como Debi & Lóide 2 – Quando Debi Conheceu Lóide (2003), Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2 (2008) e Criminal Minds (2010-2011), é mais lembrada por trabalhos como Alias (2005-2006), P2 – Sem Saída (2007), G.I. Joe: A Origem de Cobra (2009), Conan, o Bárbaro (2011) e Continuum (2012-2015).

Estrela de filme de ação? “Acho fascinante”, diz ela, por telefone, de sua casa em Vancouver, na Colúmbia Britânica. “Meu primeiro trabalho foi uma participação em Sex and the City (2002); depois veio Alias e as minhas primeiras sequências de luta na pele de Rachel Gibson e adorei. Nunca pensei que o público fosse me reconhecer como uma mulher forte, de arma na mão.”

“Rachel está de volta à ação em Pandemic, que estreia nos EUA em 1.º de abril e em vídeo por demanda, no iTunes, no dia 5. O suspense, um apocalipse zumbi, é diferente porque foi rodado em primeira pessoa, como um videogame.

Ela é Lauren, uma médica que chega a Los Angeles para liderar uma equipe em uma área de pessoas infectadas, na esperança de retirar de lá os que ainda estão sãos. “Em Pandemic, faço o papel de uma mãe que está tentando voltar para a família, mas tem que enfrentar obstáculos quase intransponíveis”, conta ainda.

Aos 36 anos, Rachel Nichols se diz “superfeliz” por saber que o filme de orçamento bem pequeno vai ser exibido nos cinemas e tem a opção por demanda, pois sabe que a maioria das produções independentes feita hoje simplesmente desaparece.

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