'Morte no Funeral', de Frank Oz, aposta no humor negro

Diretor do filme, Frank Oz, é conhecido pela parceria com Jim Henson na criação dos bonecos Muppets

Reuters,

07 Outubro 2004 | 16h39

O diretor britânico Frank Oz, conhecido pela parceria com Jim Henson na criação dos bonecos Muppets, especializou-se em comédias em que o humor negro dá o tom, como Morte no Funeral, que estréia no circuito nacional nesta sexta-feira, 5. Veja também: Trailer de Morte no Funeral   A primeira piada é quando chega trocado o caixão de um patriarca, um incidente que irrita o filho mais velho da família, Daniel (Matthew Macfadyen, de Orgulho e Preconceito). Trata-se do certinho da casa, um escritor frustrado, que mora com os pais, mesmo casado, o que entristece sua mulher, Jane (Keeley Hawes). A morte do sogro é, para ela, a expectativa de libertação - isso se o marido decidir mesmo deixar para trás a mãe viúva (Jane Asher).   A presença no velório do irmão caçula de Daniel, Robert (Rupert Graves), revive uma velha rivalidade familiar - ele é tudo o que Daniel quer ser: um escritor famoso e bem-sucedido, morando independente e feliz bem longe da família.   Além disso, os parentes que vão ao velório trazem seus próprios problemas na bagagem. A prima Martha (Daisy Donovan) vem com o noivo Simon (Alan Tudyk) para anunciar ao pai dela (Peter Egan) que eles vão mesmo se casar. Mas, por um motivo misterioso, Simon começa a mostrar um comportamento muito bizarro, que vai tornando-se cada vez mais incontrolável.   O velho tio Alfie (Peter Vaughn), em cadeira de rodas e muito mal-humorado, dá um trabalhão a quem passa por sua frente. Muito mais constrangedoras são as situações criadas por um estranho, Peter (Peter Dinklage, o vilão de Vira-Lata), que tem revelações bem escandalosas a fazer sobre o falecido. (Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

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