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J.J. Abrams diz ser pesadelo imaginar 'O Despertar da Força' visto em celular

- Atualizado: 15 Março 2016 | 11h 07

Filme será lançado no iTunes, da Apple, no dia 1º de abril, incluindo cenas adicionais

J.J. Abrams, diretor de 'Star Wars: O Despertar da Força', que será lançado no  no iTunes
J.J. Abrams, diretor de 'Star Wars: O Despertar da Força', que será lançado no no iTunes

Na iminência do lançamento de Star Wars: O Despertar da Força no iTunes, o diretor do grande sucesso de bilheteria disse na segunda-feira, 14, que é um "pesadelo" imaginar as pessoas assistindo à aventura espacial em telefones celulares.

"Qualquer pessoa que faz filmes irá dizer: 'Por favor, não veja meus filmes nisso'", afirmou J.J. Abrams, de 49 anos, que dirigiu o episódio mais recente da saga Star Wars, durante um seminário no festival de cinema South by Southwest em Austin, no Texas.

"É o pesadelo de todo contador de histórias pensar que as pessoas irão assistir a algo que você fez em algo tão pequeno", disse, acrescentando ser inevitável que as pessoas achem mais conveniente ver o filme em um aparelho portátil.

O Despertar da Força é o terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos. Lançado em dezembro passado, custou cerca de 200 milhões de dólares e já arrecadou mais de 2 bilhões de dólares em todo o mundo. O filme será lançado no iTunes, da Apple, no dia 1º de abril, incluindo cenas adicionais.

O diretor, que é um entusiasta da alta tecnologia e produziu Rua Cloverfield, 10, produção de ficção científica que arrecadou 25 milhões de dólares no último fim de semana, acrescentou que um dos benefícios da proliferação de smartphones é que qualquer pessoa pode fazer e distribuir filmes.

Abrams também disse que a revolta vista na cerimônia do Oscar deste ano a respeito da falta de diversidade nas indicações do prêmio serviu como despertar para a indústria e levou sua produtora, a Bad Robot, a ampliar sua lista de candidatos a filmes.

Abrams afirmou que levará tempo, mas que no longo prazo e no final das contas será bom ter mais histórias incomuns sendo contadas.

"Trata-se da oportunidade de dar a pessoas que normalmente poderiam não tê-la uma chance diante e por trás da câmera", disse. "Não há cotas. É simplesmente uma questão de consideração".

 

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