Baz Ratner/ Reuters
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Enviada especial da ONU, Angelina Jolie visita meninas refugiadas no Quênia

NAIRÓBI - Enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) Angelina Jolie passou o dia mundial dos refugiados em uma casa no Quênia que abriga meninas que fugiram de conflitos sozinhas ou que se separaram de seus pais durante a fuga.

George Obulutsa, Reuters

20 Junho 2017 | 13h26

A atriz visitou ao menos 20 das refugiadas em uma casa segura em Nairóbi, capital do Quênia. Elas fugiram de conflitos na República Democrática do Congo, Sudão do Sul, Somália, Burundi e Ruanda, informou a Acnur em comunicado.

O órgão disse que quase todas as meninas tinham passado por violência sexual e de gênero e que muitas tinham dado à luz após serem estupradas ou ainda estão grávidas.

"O papel da violência sexual se torna mais complexo quando ela é realizada por alguém em um uniforme que fez um juramento para proteger", disse Jolie.

"Então, é uma responsabilidade daqueles que usam uniformes assumir a liderança agora, corrigindo de dentro, dando o exemplo ao avançar com novos compromissos".

Segundo a Acnur, o Quênia abriga 491 mil refugiados, dos quais 101.713 são do Sudão do Sul, que a ONU disse ser a crise de refugiados que cresce mais rápido no mundo.

 

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