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'Carros 3' reinventa-se e diverte diferentes faixas etárias

Longa chega ao circuito, em tempo de férias, querendo ser programa para adultos e crianças

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

14 Julho 2017 | 06h00

Quando o primeiro Carros estreou, em 2006, o próprio diretor John Lasseter disse que, “para nós (eles), da Pixar, a história é sempre o mais importante”. E acrescentou que o time da casa seguia aperfeiçoando a história mesmo na pós-produção da animação. No filme, carro perdia-se durante corrida e ia parar numa cidade estacionada no tempo, à margem da célebre Rota 66. O tema era a mitologia dos carros na América dos anos 1950 e 60.

Carros 2, também dirigido por Lasseter, veio como um repeteco e levantou dúvidas sobre a importância do roteiro nas produções da Pixar. O 3, que estreou na quinta, 13, vem recolocar as coisas em perspectiva. Lasseter não mais dirige - substituído por Brian Fee. E a surpresa é que o filme é muito bom - tão bom (ou mais) que o primeiro, muito melhor que o segundo.

Carros 3 chega ao circuito, em tempo de férias, querendo ser programa para adultos e crianças. De cara sofre a concorrência do infantil brasileiro Detetives do Prédio Azul, de André Pellenz, com sua velha Kombi caindo aos pedaços (e o filme é bom). Para complicar os dois, Meu Malvado Favorito 3 segue faturando - e já superou 5 milhões de espectadores. Na nova história, Relâmpago McQueen derrapa na curva, sofre um acidente e precisa superar obstáculos para voltar a correr. Não deixa de ser uma metáfora do desafio de fazer o 3.

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