LEONARDO MUÑOZ/EFE
LEONARDO MUÑOZ/EFE

Feira de Arte de Bogotá dinamiza colecionismo na Colômbia

Em sua 12ª edição, a Artbo segue até domingo, 30, com a participação de 74 galerias

EFE

27 Outubro 2016 | 12h05

A diretora da Feira Internacional de Arte de Bogotá (Artbo), María Paz Gaviria, disse em uma entrevista à EFE que o desafio deve ser continuar a "dinamizar" as artes na Colômbia. "Artbo segue apostando em seu uma plataforma que revitaliza esta cidade de certa maneira", afirmou. A feira, em sua 12.ª edição, foi inaugurada nesta quarta-feira, 26, e converte-se em uma referência latino-americana com a participação de 74 galerias, artistas e colecionadores.

Este ano, a feira, que foi fundada em 2005 e é organizada pela Câmara do Comércio de Bogotá (CCB), está formada pelas seções Projetos, Referentes, Sitio, Artecámara, Forum, Articularte e Livro de Artista, além de seu programa geral. María Paz Gaviria destacou que antes da primeira edição do evento, a Colômbia não tinha tanta tradição de colecionismo de arte. "Surge um colecionismo particularmente voltado ao mercado internacional, a reboque da feira", explicou. Segundo a diretora, uma das características da Artbo é a forte presença de "jovens promessas" da arte colombiana, mas também de outros países.  

A 12ª Artbo ocorre até este domingo, 30, com a exibição de cerca de 3 mil obras de 500 artistas e 600 convidados internacionais. Entre as galerias participantes, estão as brasileiras Blau Projects, Galeria Eduardo Fernandes, Galeria Fortes Vilaça, Galeria Jaqueline Martins e Galeria Luisa Strina, Galeria Raquel Arnaud e Vermelho.   

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