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Para sempre. Ou não.

Ricardo Lombardi

17 Junho 2007 | 18h05

Uma outra notícia publicada no The New York Times de hoje que pode interessar aos editores. No meio de uma matéria sobre remoção de tatuagens, que traz depoimentos de tatuados arrependidos e de médicos dermatologistas – até aí nada de novo – aparece uma informação inédita no Brasil: o surgimento de um tipo de tinta desenvolvido para ser removido mais facilmente por meio de um tratamento específico a laser. A tecnologia dessa nova tinta (que foi batizada de Freedom 2) foi criada por cientistas do Massachussets General Hospital e das universidades de Duke e Brown. O responsável pelo projeto, Martin Schmieg, explica o conceito:

“We think the fence-sitters who always wanted a tattoo but have been afraid of the permanence will jump in and get tattoos. But as your life changes from young to middle-aged to older, from single to married to divorced, you get tattoo regret, so we think the tattoo removal market will increase as well.”

Com os tatuadores cada vez mais ocupados, desde que a tatuagem se popularizou e virou “acessório”, está aí um novo nicho de mercado. A reportagem completa está aqui.