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Os jovens e a televisão

Ricardo Lombardi

17 Outubro 2007 | 00h30

Uma sugestão de leitura: o artigo “Quando a inteligência está na cauda“, de Nelson Hoineff, que traz boas reflexões sobre alguns dados que apareceram este ano na Mipcom, a maior feira de conteúdo audiovisual do mundo. Foi publicado pelo Observatório da Imprensa. Vale olhar. Uma leitura atenta pode tirar alguma pauta de lá. Um trecho: “Os números são impressionantes, ainda que previsíveis. Na Europa e nos EUA, os adolescentes de até 17 anos já trocaram a televisão pelas muitas mídias que surgiram depois que eles nasceram. (…). Para eles, mobilidade e conectividade não são conquistas tecnológicas recentes: são parte natural do mundo, como os automóveis ou a Coca-Cola. Também para estes jovens, o peer, construção do conteúdo pelo usuário, tem uma ética mais forte do que os meios que emanam da radiodifusão. Cerca de 32% dessa turma confia plenamente no que está sendo postado por outra pessoa, individualmente – tanto em blogs quanto em sites de compartilhamento. Sejam indicações culturais, informações objetivas ou relatos de experiências. A confiança no que está sendo dito pela mídia é bem menor.”