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Babaca, gênio e sociopata

Ricardo Lombardi

19 Junho 2007 | 05h55

A Piauí bem que poderia comprar os direitos desta matéria sobre Steve Jobs, publicada na mais recente edição da revista New York. Mas não só ela. Qualquer publicação que tenha tecnologia na pauta – jornal ou revista – deveria entrar no leilão. O fundador da Apple é sempre um ótimo assunto para os leitores, ainda mais quando o texto é de qualidade, como é o caso. O autor da reportagem é o jornalista John Heilemann, que já foi da The New Yorker e da The Economist. Reproduzo abaixo a abertura (mas reserve um tempo para ler tudo, vale a pena). Vamos ao lead:
“He saunters out onstage, and the first thing you think is, man, Steve Jobs looks old. The second thing you think is, no, not old: He finally looks his age. Well into his forties, Jobs appeared to have pulled off some kind of unholy Dorian Gray maneuver. But now, at 52, his hair is seriously thinning, his frame frail-seeming, his gait halting and labored. His striking facial features—the aquiline nose, the razor-gash dimples—are speckled with ash-gray stubble. A caricaturist would draw him as a hybrid of Andre Agassi and Salman Rushdie. The senescence on display is jarring, but it’s also fitting. After three decades as Silicon Valley’s regnant enfant terrible, Jobs has suddenly, improbably, morphed into its presiding éminence grise.”
Ah, o iPhone será lançado no dia 29 de junho.
PS: os adjetivos usados no título deste post qualificam Steve Jobs e foram usados pelo autor na matéria da New York.