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Grande Bolaño

Luiz Zanin Oricchio

29 Julho 2007 | 11h58

Já me referi algumas vezes ao escritor chileno Roberto Bolaño, morto em 2003 com 50 anos. Para mim, foi um choque muito agradável conhecer a sua literatura, feroz, inventiva, poética e polifônica. Fiquei encantado com seu caudaloso Os Detetives Selvagens e li, em seguida, as duas outras obras até agora publicadas em português, Noturno do Chile e A Pista de Gelo. Na minha opinião, Bolaño é um sopro de vida numa literatura cansada. Tudo isso para dizer que hoje o Caderno Cultura do Estadão faz uma edição especial, com cinco páginas de artigos dedicados ao escritor. Imperdível, para quem gosta de literatura. O primeiro texto, de Francisco Foot Hardman, já está aberto no portal. Para lê-lo, clique aqui. Bom domingo a todos.