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Luiz Carlos Merten

30 Maio 2010 | 12h39

Dei-me ontem um sábado ‘sabático’. Na verdade, foi pura consequência dos excessos da noite anterior. Saí com o nosso ‘coletivo’, como gosto de brincar. Gabriel Villela, Cláudio Fontana, Thiago Lacerda, César Augusto e Hélio Souto Jr. – filho do astro da Vera Cruz e nova aquisição no elenco de ‘Calígula’, que começa a excursionar pelo Brasil -, todo mundo matando saudade e comemorando o aniversário de Regina Cavalcanti, redatora do ‘Caderno 2’. Ficamos até 5 da manhã no Sujinho e eu terminei perdendo a hora ontem. Dormi até depois do meio-dia, almocei com Lúcia e Érico, fui ao cinema e, de noite, mais festa. Encontrei-me com Leila Reis, Fátima Cardeal e Dib Carneiro para comemorar, num japonês de Pinheiros, a próxima paternidade de nosso amigo Edu Elias (Parabéns!). Sobre o Edu, apresentador de esportes na TV paga, procurem no You Tube o vídeo que ele fez de sua participação na maratona de Paris. Foi lá que Carla e ele descobriram que estavam ‘grávidos’. Por tudo isso, nem tive tempo de postar e só agora de manhã, na redação do ‘Estado’, soube pelo Zanin que Dennis Hopper morreu. Queria postar alguma coisa sobre a morte de Toninho Dantas, do Curta Santos. Há dois anos, fui homenageado pelo evento com um roféu que recebi somente no ano passado. Toninho foi muito carinhoso comigo e nas póucas horas em que estive em Santos, para pegar meu troféu, percebi um grande entusiasmo das pessoas por ele. Toninho Dantas morreu aos 62 anos, era mais novo que eu, que comemoro 65 em setembro. Cheguei no jornal pensando em redigir este post sobre ele e fui atropelado pela morte de Dennis Hopper. Vai ficar muito grande. Leiam o próximo texto.