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Luiz Carlos Merten

04 Fevereiro 2007 | 12h18

Se há uma coisa que me diverte, é o chamado ato falho. Deveria querer me matar, pois, afinal, o leitor busca a informação correta, sem ligar para os motivos que induziram ao erro. Tento não errar, mas, talvez por produzir muito (não abro mão disso), volta e meia erro, mas há uma frase que amo, que Charles Morgan usa como epígrafe de seu romance A Fonte (Nossa, essa eu tirei do baú – Charles Morgan!). Diz – ‘Tu não pecas senão para te submeteres a uma nova purificação.’ Acho lindo. Da mesma forma, poderia acrescentar que não erro senão para voltar ao assunto, por meio da correção. Já vi que vocês entraram na minha e se divertem psicanalisando meus atos falhos. Vai mais um. O filme do Wolf Maya cujo set visitei ontem no Rio chama-se Sexo com Amor (e não sem!). Vai uma diferença e tanto, hein?

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