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Luiz Carlos Merten

27 Fevereiro 2012 | 11h04

Cheguei em casa de madrugada e, embora csansado, a excitação da correria nojornasl me impediu de dormir de imediato. Demorei um pouco, o que,  para mim, é muito raro. Costumo ser muito bom de cama. É pá, pum e já estou dormindo. Mas deu para pensar um pouco. Todo ano me emociona a homenagem aos mortos do ano. O clipe tende a ser brega, música chorosa e a tal da Speranza (é assim que se escreve?) tinha de dar um tapa naquele visdual. Aliás, cheguei a pensar – não havia por quê duvidar da vitória de Viola Davis, mas o Oscar de Meryl Streep, por ‘A Dama de Ferro’, foi a boa surpresa desta edição. Existe sempre aquela máxima de que o Oscar é uma caixinha de surpresas. Na verdade, durante boa parte da cerimônia, não houve e a vitória de ‘O Artista’ foi perfeitamente anunciada nas premiações dos sindicatos. Cheguei até a achar que ‘O Artista’ levaria mais prêmios técnicos, mas a Academia preferiu despejar esses troféu no Scorsese e era o que ‘Hugo Cabret’ nem tanto merecia, mas podia ganhar. A apresentação das indicadas pelo Colin Firth foi linda, ed tenho a impressão de que o que ele disse çpasra Meryl, para Michelle Williams pode até fazer diferença na vida das duas. pelas reações, deu paras ver que ele foi nas veia. Mesmo assim, foi surpresa. Os votantes da categoria foram os mesmos que despejaram seus votos, no SAG, o sindicato dos atores, em Viola Davis, por ‘Histórias Cruzadas’, mas, aí, ou se deram conta de que era injusto e corrigiram seus votos para a Iron Lady ou então não reconheceram a Viola, que mudou o visual e virou outra pessoa, e, no desespero, reconhecendo a Meryl – soberana naquele dourado -, terminaram por dizer que era com ela que iam. Estou em casa. Acordei tarde -= quase 9 horas -, tomei banho etc, espereio pelo horásrio da rádio (a Estadão ESPN), agora vou tomar café na padaria e ir para o jornal. À tarde vou ter de sair para ver filme.