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Luiz Carlos Merten

12 Abril 2009 | 12h14

PORTO ALEGRE – Carlos Pereira vive me cobrando um post sobre ‘Vá e Veja’, de Elem Klimov, que eu fico devendo por um motivo muito simples. Achei o filme tão terrível quando o vi, nos anos 80 – tão excessivo nas suas imagens de destruição na guerra -, que o ‘apaguei’. Gostaria de resgatar meu comentário no ‘Diário do Sul’, não sei se entrou no meu livro com as críticas de Porto Alegre. De volta a São Paulo, vou dar uma olhada. Sempre penso que tenho de (re)ver ‘Vá e Veja’ para escrever alguma coisa que faça sentido. Vou atrás do DVD, prometo. Quero acrescentar que estou encantado com a repercussão do post sobre ‘lenda urbana’. OK, só Luís Augusto Fischer, que originou o post, e eu não sabíamos, mas foi legal ver como 30 de vocês imediatamente viajaram com Pink Flod e o ‘wizard of Oz’. Só uma curiosidade – tanta gente deu o endereço do youtube para conferir essa & outras lendas urbanas. Não sou o maior frequentador do endereço, aliás, nunca digitei o endereço do youtube. Há pouco, durante o É Tudo Verdade, pesquisando sobre Avi Mograbi, caí no endereço que tem muitos de seus documentários e clipes sobre aquilo que o Exército de Israel não quer que a gente veja. Recomendo, porque é muito interessante, mas o curioso não é isso. Li, onde?, que o youtube ainda vai levar o Google à falência. Exagero, claro, mas só este ano o site de vídeos vai custar US$ 470 milhões ao gigante da internet. É preciso ter muito dinheiro para perder e seguir bancando o prejuízo, mas o que me impressiona é como, apesar da popularidade, o serviço ainda não encontrou um modelo viável de geração de receita. Como é isso? O mercado consagra e o youtube é só isso? Prestígio? Receita zero? Zero, não, porque a receita vai aumentar este ano e, mesmo assim, a perda vai duplicar o que entra de grana.