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Quanta novidade!

Luiz Carlos Merten

16 Março 2015 | 10h05

Olá! Mais de uma semana sem dar notícia. No sábado, não esse, o anterior, fui a Nova York, num bate e volta. Saí no sábado à noite, assisti a All Night Run no domingo, entrevistei o diretor Jaume Colletr-Serra e seu elenco (Liam Neeson, Ed Harris, Joel Kinamann, Common) na segunda-feira, fui ao evento Bjork no MoMa, vi mais quatro filmes nas salas, comprei livros e revistas, e voltei na terça à noite. Desde quarta estou de volta, mas tenho tido problemas ‘técnicos’ para postar. Cá estou, antes tarde do que nunca. Deixem-me dar uma geral na vida. Gostei bastante do filme de Collet-Serra, que vai se chamar Noite sem Fim no Brasil. Aproveito para fazer uma correção. Outro dia, nem sei mais se no blog ou nos Filmes da TV, atribuí ao diretor um filme que é de outro espanhol, J.A.Bayona, aquele Impossível, com Ewan McGregor e Naomi Watts. All Night Run é sobre um homem que fez as escolhas erradas, distanciou-se do filho, ligou-se a um criminoso. E, agora, as circunstâncias o levam a ter de caçar e tentar matar o aliado, porque um incidente envolvendo seu filho levou à morte do filho do antigo parceiro e agora todo mundo virou inimigo. Tragédia grega – tudo se passa em família, amor e ódio. Gostei bastante, e gostei das entrevistas. Neeson e Harris juntos, Collet-Serra, Common e, principalmente, Joel Kinamann, o RoboCop de José Padilha. Já gostava do cara como ator, gostei mais ainda como indivíduo. Essas viagens, embora cansativas, me recompensam muito, senão não entraria nelas. Entre os filmes que vi nos cinemas, o novo Neill Blomkamp, diretor de Distrito 9 e Elysium – Chappie, sobre um robô-criança na violência de RoboCop, é muito legal. E o Blomkamp é f… Cada vez mais oferece a seu ator fetiche, Sharlto Copley, papeis inusitados, senão difíceis. Vi também o Hotel Marigold 2 e é sempre um prazer reencontrar Maggie Smith e Judi Dench, e o Selma, que havia perdido no Brasil. Assisti a um festival de trailers. Fiquei nos cascos pela nova versão de Longe Desse Insensato Mundo, de Thomas Vinterberg, que já fora anunciado como uma das atrações de Cannes no ano passado, mas não ficou pronto. Outro filme que pode até ser uma m…, mas não creio – o remake de Mad Max pelo próprio George Miller é uma coisa tão louca e extravagante que me deixou atordoado. E o Furious 7, que estreia dia 3 (de abril). One last ride, a última corrida. Bye-bye Paul Walker, mas a gangue está de volta, incluindo Toretto/Vin Diesel, o problema é que o  diretor Justin Lin foi substituído por James Wan. Muita coisa para a gente falar com calma. Entre os livros, li/devorei o Five Came Back, que reconstitui a trajetória de cinco diretores viscerais – John Ford, George Stevens, Frank Capra, John Huston e William Wyler – nas frentes de combate da 2.ª Grande Guerra. Assunto não vai me faltar, mas agora tenho de correr para a cabine de Divergente. Não sei de vocês, mas sou fanzaço da Shaylene Woodley. A própria série não é brega como a Jogos Vorazes. Vamos ver…