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Luiz Carlos Merten

25 Agosto 2010 | 17h42

Ontem à tarde, tinha as entrevistas com o pessoal do ‘Nosso Lar’. A produtora Iafa Britz, o diretor Wagner de Assis… Como as entrevistas se realizaram num hotel de Pinheiros, aproveitei para passar em casa. Por força do hábito, dei uma zapeada na TV e quase perdi minhas entrevistas. Não conseguia desligar do ‘Ong Bak – O Guerreiro Sagrado’, que devo ter visto pela décima vez. Creio que nuncva vi o filme inteiuro – o começo. Pego sempre o bonde andando, e não consigo me desligar. Acho as lutas muito bem encenadas e o diretor, o tailandês Prachya Pinkaew, repete sempre os momentos culminantes, num recurso ‘eisensteiniano’ para estender tempo e espaço. É curioso que acabo de dar uma entrevista para a TV Cultura, para um especial sobre ‘A Origem’. A repórter aproveitou e me perguntou sobre meus prazeres ‘inconfessáveis’ no cinema. Não me lembrei do ‘Ong Bak’, mas bem que poderia, só que, enfim, se é ‘inconfessável’  é para permanecer ‘secreto’, ou não? Não tem nada a ver, mas uso o post para acrescentar um recado para Mauro Brider (e a quem mais interessar). Comprei ‘O Barão Aventureiro’, agora só preciso arranjar tempo para ver o western de Sam Fuller com Vincent Price.

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