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Luiz Carlos Merten

08 Julho 2009 | 14h19

Confesso que não tive tempo nem paciência de assistir ao show-funeral de Michael Jackson, ontem pela TV. Cheguei cedíssimo no jornal, antes das 8, para ver se conseguia terminar meu material do dia a tempo de assistir a ‘O Enigma do Príncipe’. As emissoras já estavam transmitindo ao vivo de Los Angeles. Quase 12 horas mais tarde, no lobby do HSBC Belas Artes, tomando café e conversando com Agnès Jaouï, Michael Jackson ainda estava rodando na TV, de fundo, mas aí já era o repeteco. Não parou. Nas raras vezes em que dei uma olhada – Brooke Sield estava linda -, não conseguia ver sinceridade naquela emoção. Daqui a pouco vamos ter o CD e o DVD do show. É que o espetáculo não pode parar! Mas confesso que gostaria de ter visto a filha dele, Paris. Amigos que viram quase tudo – tiveram mais paciência que eu, ou estavam fazendo matéria -, garantem que foi um momento para a história.