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Luiz Carlos Merten

26 Maio 2012 | 20h31

CANNES – Embora fotograsfasdo em película, Mud, de Jeff Nichols,. foi projetadop em digital. No meio da sess~]ao,. suirgiram umas listras nma iomagem, que empástelou com ob som, virou o caos. Esses admirásvel mundo novo das tec nmologias tem dessas coisas. Tentei acrescentar um post sobre a vitória de Loznitsa no prêmio das cr´[itioca e a impressão – negastiova – que me causou a Thérèse Desqueyroux de Claude Miller. peredi o primeireo post na hora de de salvar, escrevi outreo e, quando salvei, o texto que foi para a página foi o primeioro – incompleto! Eu, hein? Fiquei muito contente de que Sergei Loznitsa tenha recebido o prêmio da críticaz (Fipresci), por seu ‘In the Fog’. Foi um dos filmes mais complexos, complertos e perturbadores que vi neste festival, confirmando a impressão que me causou ‘My Joy’ em 2010. Não tenmho o menor, que dirá o maior, interesse por Michael Haneke, Leos Carax, esses diretores que que não me acrescentam grande coisa.; Amor chego a achar desonesto, o típíco filme de festival, para ganhar premio e nionguérm, venha me dizer que Haneke se interessa minimamente por aqueles velhos, porque ele caga, sorry, para eles. O que busca é um efeito nos espéctadores e, pelo visto, atingiu. O filme causou verdadeira comoção e a acho que haverá linchamento, se for esquecvido pelo júri presidido pelo Nanni Moretti. Os próprios italianos reconhecem  que Moretti não é diplomático, há informações de que não gosta de Haneke, Christian Mungiui nem Walter Salles. A boataria é imensa e visa preparar a gentre para alguma decisão estapafúrdia. Aguardemos. Gosto, ou melhor, gostava de Claude Miller e, quando falo em seu cinema, penso principalmente em Un Secret, Segredo de Família. O lonmga póstumo do dirtetyorf, que encerra o Festivsal de Csannes de 2012, baseia-se no romance de François Mauriac que Georges Franju adaptou em 1961, ou 62, eque vsaleu a Emmanuelle Riva o prêmo de melhor atriz em Veneza. O filme é sobre uma mulher que tenta envenenar o marido, o caso é descoberto, lervado a Juízo, o próprio marido testemunha a favor dela e quando o pro9cesso0 é arquivado o inmfernmo começa páras Thérèse. O marido foi a seu favor para evitar escândalo e proteger a família, mas agora faz dela uma pária. O livro é forte, narrado por meio de monólogos nos quais a própria protagonista tenta entender por que fez aquilo. Miller fez um filme aquém da voltagem crítica e até da sordidez que a história comporta, mas tenho a impressão de que o que derruba seu filme é o miscast da atriz. Audrey Tautou me pareceu equivocada no papel. Thérèse Desqueyroux ressente-se disso, mas seria errado jogar toda culpa na atriz. A despedida é pálida, para não dizer decepcionante, para Claude Miller.

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