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Luiz Carlos Merten

30 Julho 2010 | 11h45

RIO – Marcelo Magalhães pegou carona no post sobre a morte de Maury Chaykin para lembrar outro grande coadjuvante, James Whitmore. E ele citou a participação do ator em ‘Um Sonho de Liberdade’. Entrevistei-o, por telefone, justamente pelo filme que Frank Darabont adaptou de Stephen King, para o ‘Estado’. Whitmore me falou sobre um monólogo que fazia no teatro. A assessoria de um desses festivais de teatro que ocorrem no País, não me lembro se o de Porto Alegre ou do Paraná, me ligou pedindo o contato. Queriam trazer o velhinho aso Brasil, mas não deu tempo. Foi uma boa conversa, me lembro, mais até do que entrevista. Amo um grande diretor subestiomado que ofereceu belíssimos papeis a Whitmore – Gordon Douglas -, em ‘O Mundo em Perigo’ (Them!) e ‘ O Revólver de Um Desconhecido’. James Whitmore tinha grande respeito por Gordon Douglas e lamentava que não tenha tido o reconhecimento que merecia. Isso nos aproximou, naquela entrevista.