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Luiz Carlos Merten

31 Março 2007 | 12h41

CIDADE DO MEXICO – O filme eh uma porcaria, mas a atriz eh maravilhosa. Entrevistar Hilary Swank foi uma revelacaoh. Ela eh muito mais bonita ao vivo do que na tela, se bem que A Colheita do Mal, de Stephen Hopkins – que aqui se chama Prueba de Feh; mais de um jornalista já fez a piada inevitável de que prova de feh eh ver e gostar deste thriller sobrenatural – eh o filme em que ela estah mais proxima de si mesma, como mulher (e mais bela tambem). O que me impressionou em primeiro lugar foi a altura. Ela eh mais alta do que parece no cinema. E a boca eh uma tentacaoh. A Colheita do Mal conta a historia dessa mulher que naoh acredita em mais nada e busca explicacoes cientificas para as sete pragas biblicas que estaoh atingindo cidadezinha da Louisiana. Hilary disse que a filmagem foi muito divertida e que, se o filme eh bom, eh menos por ela do que pela menina que joga um papel fundamental no horror. Hilary veh com muito interesse o cinema latino atual – Cuaron, Iñarritu, Guillermo Del Toro. Adoraria trabalhar com qualquer um deles, ou com todos. Perguntei pelo cinema brasileiro. Ela hesitou um pouco. Dei uma forca (leia forsa) – City of God (Cidade de Deus), do Fernando Meirelles? Ela disse que acha impressionante. Citou a sequencia da perseguicao aa galinha como um momento de grande forca e criatividade, mas fez a ressalva. De Fernando, Hilary prefere O Jardineiro Fiel. O que mais disse, sobre sua carreira, o filme de Stephen Hopkins e, principalmente, Clint Eastwood, voceh vai ter de esperar pela entrevista no Caderno 2. A Colheita do Mal estava apontado para estrear na sexta, dias 6, mas, pelo que sei, foi para 13.