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Luiz Carlos Merten

17 Novembro 2009 | 12h12

BRASÍLIA – Pela procedência, vocês já sabem onde estou. Cheguei hoje cedo, para assistir, à noite, à abertura do Festival do Cinema Brasileiro. Finalmente, vou poder assistir ao longo de Fábio Barreto, ‘Lula, o Filho do Brasil’. Ainda ontem, meu amigo Jotabê Medeiros me relatou – ele sabe que eu não teria lido – a coluna do Élio Gaspari de domingo, na qual ele diz que o filme tira lágrimas de pedra e sugere que a gente leve um lençol, não um simples lenço, ao ir vê-lo. Gaspari não está sendo original. Na abertura do Festival do Rio, meu amigo George Moura, roteirista e marido da assessora Anna Luiza Müller, já me dissera exatamente a mesma coisa. Não vou levar nem uma caixinha de lenços para a sessão dessa noite, mas, se for caso, vocês sabem que choro mesmo. Assisto hoje ao filme, fico amanhã para o debate e regresso à tarde para São Paulo, onde, à noite, ocorrerá a única sessão de ‘Lua Nova’, segundo da saga de vampiros ‘Crepúsculo’, que virou fenômeno mundial. Lá estarei, espero. São dois filmes diferentes, de cinematografias diferentes, mas ambos nascem com a vocação de fazer sucesso comercial. A pergunta que não quer calar – farão? E na escala esperada? A executiva brasileira Roberta Augusto, da empresa produtora Summit, cravou um número elevado, mas possível – 7,5 milhões para ‘Lua Nova’. Luiz Carlos Barreto faz uma aposta grandiosa – e aparentemente utópica -, 25 milhões para a saga do filho de dona Lindu.

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