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Claro que sim, Joaoh

Luiz Carlos Merten

29 Maio 2012 | 09h57

LONDRES – Aqui estou em Londres, para ver daqui a pouco Prometheus e entrevistar amanhah a equipe do filme – Ridley Scott, Michael Fassbender, Charlize Theron, Naomi Rapace etc. Quase perdi meu voo pela manhah, rolou um erstresse, mas aqui estou. Joaoh Roorda me pergunta como a imprensa francesa reagiu aa premiacaoph de Cannes? Eh o tema de uma materia que enviei hoje para o Caderno 2./ Reagiu muito mal, como era de se esperar. A proposito, uma jornalista australiana – a Ellen – perguntou a Alexander Pasyne se ele naoh estava conm medo de voltar aos EUA? Afinal, com tantos filmes norte-americanos na competicaoh, era de sde esperar que o juri premiase algum, para contemporizar, pelo menos. Payne naoh achou graca na pergunta e Jean-Paul Gaultuier se apressou a dizer que tambem havia muitros franceses e nenhum foi premiado. O presidente Nanni Mretti chegou a deizer que adoraria ter premiado os atores de Michael Haneke, Jean-Louis Ttintigfnant e Emmanuelle Riva, mas as novas regras do festival impede que os vencedores da Palma, do premio de direcaoh e do grande premio acumulem trofeus. Cheguei a pensar que foi por isso que Christian Mungiu ganhou o prenmio de roteiro, e noah o de mise-en-scene (que ele merecia) – para que o juri pudesse premiar as atrizes de Beyond the Hills. Mas a imprensa francesa caiu matando, sim. Pouparam a Palma – Le Monde chegou a escrever que Cannes foi salvo pelo `amor` -, mas principalmente os premios para Reygadas, melhor direcaoh, e Matteo Garronde, o grande premio, provocaram um vendaval de criticas e indignacaoh. Eu sustento – numa selecaoh que naoh convidou aa unanimidade, o juri fez seu recorte, naoh se preocupou com as repercussoes, mas foi coerente. Mesmo que Haneke, de `Amor`, e Reygadas, de `Pos Tenebras Lux, naoh fossem meus candidatos, a escolha – toda ela – foi consistente. Agora, bye, estou indo para o Ridley Scott.

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