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Luiz Carlos Merten

28 Novembro 2006 | 09h54

Ao amigo que me pediu a lista dos filmes que concorreram em Tessalônica. Ontem saí correndo do jornal e não tinha tempo de pesquisar os títulos – até porque o catálogo do festival estava em casa. Foram os seguintes – Bled Number One, de Rabah Ameur Zai-meche, da Argélia; Day Night Day Night, de Julia Lokley, EUA/França/Alemanha; Drama-Mex, de Gerardo Naranja, México; Family Ties, que venceu o Alexandre de Ouro, de Kim Tae-yong, Coréia; On a Friday Afternoon, de Mona Zandi Haghighi, Irã; Retrieved, de Slawomir Fabicki, Polônia; Riding Up Front, de Markus Herling, Alemanha; Roma Rather than You, de Tariq Teguia, Argélia/França/Alemanha; O Céu de Suely (Suely in the Sky), de Karim Aïnouz, Brasil; The Point, de Joshua Dorsey, Canadá; Thicker than Water, de Arni Olafur Asgeirsson, Dinamarca; Trouble Makers, de Cao Baoping, China; Roz, de Alexander Voulgaris, Grécia; e Soul Kicking, de Yannis Economidis, também da Grécia. Estou postando a lista dos concorrentes (a relação de todos os filmes, em todas as sessões, incluindo as homenagens e retrospectivas, chegava a, sei lá, 500). Mas espero voltar a dois – Day Night Day Night e o polonês Retrieved, que havia assistido em Cannes, como intregrante do júri da Caméra d’Or, à qual ambos concorriam. Gostei demais e o primeiro, em especial, era dos que mais agradavam aos irmãos Dardenne, um filme sobre uma garota enviada a Nova York para um ataque terrorista. Paradise Now em versão feminina, filmado com rigor bressoniano.