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Luiz Carlos Merten

18 Julho 2009 | 09h47

Marcelo MIranda entregou nossa brincadeira, cadajestagem da boa, de identificar uma atriz no lobby do palácio do Festival de Paulínia – e põe palácio… -, dizendo em, seguida em que filme ela havia aparecido nua. Por muito mednos que isso, Pedro Cardoso copm certeza ia querer nos crucificar e eu conto as horas para a próxima estreia, em agosto, de ‘AntiChrist’ para ver como ele vai reagir à nudez de Charlotte Gainsbourg no novo Lars Von Trier. Brincadeirinha, hein… Realmente tenho mais com que me preocupar. Mas quero deixar clara, aqui, uma coisa. Como o Marcelo, citado pior mim, se sentiu obrigado a se explicar no episódio Lucélia Santos, quero deixar claro, para os ‘records’, que João Jardim não falou um pio sobre o assunto. João era jurado e, cobrado por mim, fechou-se em copas, dizendo que depois falaria sobre tudo, mas antes da premiação ia guardar o voto do silêncio. Como me mandei daquele mausoléu depois de assistir a Tempos de Paz’, não voltamos a falar. À tarde, ontem, saí do jornal para ver ‘Bruno’ na cabine da Sony, no RoboCop. No finalzinho da sessão, liguei para confirmar o carro do jornal e me sugeriram que lesse o Zanin – o que ainda não diz. Meu colega Luiz Zanin Oricchio critica hoje duramente a comedia de erros que foi a cerimônia de premiação do 2º Festival de Paulínia. Quer dizer que, aos equívocos do júri, se somaram os dos apresentadores, Murilo Benício e Guilhermina Guinle? Ainda bem que perdi…