Arruda poética
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Arruda poética

Bia Reis

31 Outubro 2012 | 10h59

Usada como tempero já pelo romanos, ela também pode ajudar a tirar um cisco do olho. Várias religiões a utilizam em seus rituais e muita gente acredita que ela dá sorte e espanta o mal.

Os usos e as lendas e crenças que cercam a arruda são o tema do livro O Raminho de Arruda, da escritora Bel Assunção Azevedo e da ilustradora Simone Matias, recém-lançado pela Caramelo.

Em versos corridos, Bel narra o caso de um raminho de arruda que passa pela mão de vários personagens. São eles que mostram a função dessa planta na cultura brasileira.

Filha do escritor Ricardo Azevedo, Bel é formada em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e trabalhou com várias coisas até se dedicar à literatura. Seu primeiro conto, Tita e Lola, foi publicado pela revista Nova Escola, em 2010, e seu livro de estreia, Mãe d’Água, saiu em 2011 pela Editora Martins Fontes.

Serviço
O Raminho de Arruda
Escritora: Bel Assunção Azevedo
Ilustradora: Simone Matias
Editora: Caramelo
Preço: R$ 34