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Sonia Racy

23 Março 2016 | 00h18

Autoridades financeiras do governo Alckmin consideram um avanço a finalização, ontem, da renegociação das dívidas do Estado. Entretanto, não se conformam quando o assunto é o empréstimo de R$ 476 milhões junto ao BNDES, aprovado pelo banco em 14 de abril de 2015.

Dorme no Tesouro há quase um ano. São recursos para três hospitais do Estado, a serem construídos por meio de PPPs.

Sem tijolos 2

Em seis meses, a Odebrecht cortou 50 mil empregos – passando de 180 mil a 130 mil. Sem novas obras e com as antigas paralisadas, o desemprego galopante – o Caged divulgou ontem menos 104 mil vagas em fevereiro – vai se aprofundar.

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