Salvo pelo gongo

Sonia Racy

06 Outubro 2012 | 01h03

A última sessão do Conselho Nacional de Justiça deixou Ayres Britto com a pulga atrás da orelha. Frontalmente contrário à admissão de parentes de juízes em tribunais, o ministro assistiu a uma tentativa de afrouxamento da regra que veta a prática.

O CNJ – presidido por ele – caminhava para rever vários casos de nepotismo quando o novo corregedor nacional de Justiça, Francisco Falcão, pediu vista do processo. Britto suspirou, aliviado.