Reflexos

Sonia Racy

29 Janeiro 2016 | 01h25

A avaliação da reunião do Conselhão feita por uma parte da iniciativa privada com quem esta coluna conversou, ontem, foi a de que pouca coisa mudou de lugar. Batizaram o encontro de “seminário”, com direito a muitos powerpoints. Classificaram a fala de Nelson Barbosa como consistente, gostaram da ideia de estabelecer um limite para o gasto público e de terminar o ajuste.

Mas não entenderam direito de onde virão os R$ 83 bilhões em medidas para crédito sem que haja impacto fiscal.
Já o discurso de Alexandre Tombini, do BC, foi analisado como “médio”. Nos feitos pelos ministros Armando Monteiro e Kátia Abreu, havia algo de ufanista. Um defendendo as vantagens do câmbio, e o outro, “viva a Agricultura”.