Quer ficar

Sonia Racy

26 Outubro 2012 | 01h09

Cléber Buzatto, do Conselho Indigenista Missionário – que acompanha a situação crítica dos guarani kaiowá no MS – esclarece: não são verdadeiros os rumores sobre “suicídio coletivo de índios”, proliferados nas redes sociais nos últimos dias.

De acordo com Buzatto, trata-se de interpretação equivocada de carta escrita pelos indígenas e enviada a Dilma. O termo usado na mensagem, “morte coletiva”, é alusão, segundo ele, à difícil permanência dos índios no território Pyelito Kue/Mbarakay.

Quer ficar 2

Buzatto chama atenção para a leitura adequada. “Eles querem ficar na terra, não morrer”. E pondera: o que pode ter gerado o mal-entendido é a taxa de suicídios entre os guarani kaiowá – uma das mais altas do País.