Paulistanas no topo entre ‘dependentes do smartphone’

Sonia Racy

18 Outubro 2016 | 12h30

As mulheres paulistanas dependem mais do celular do que os homens e, ao contrário deles, preferem dispensar a TV a cabo para não ficar sem o aparelho. Mas tanto uns como outras admitem que a internet melhorou sua qualidade de vida.

As conclusões são de pesquisas feitas em quatro grandes cidades do planeta – Londres, Hong Kong, São Paulo e São Francisco – pela CommScope, multinacional que emprega 25 mil pessoas em 130 países e que ouviu 4.000 pessoas.

Entre os paulistanos consultados, 78,5% das mulheres afirmaram que não podem passar um dia sem o smartphone. Entre os homens, a porcentagem é de 68%. Mais mulheres que homens (62% contra 47%) também dizem preferir abrir mão da TV por assinatura. Entre eles, a maioria prefere manter a telinha. O número supera a média das outras três regiões pesquisadas (74%) e também os registrados em capitais latino-americanas como Bogotá e Cidade do México, que ficaram abaixo dos 68%.

O objetivo da CommScope é saber “como a geração Y está moldando as redes do futuro?” – mais especificamente, detectar tendências de dois grandes grupos, a Geração Y (até 35 anos) e a  dos Baby Boomers (os mais velhos) e suas expectativas quanto ao uso de novas tecnologias.