Sonia Racy

21 Fevereiro 2016 | 07h31

Quando as ciclovias e ciclofaixas eram apenas uma ideia distante, JP Amaral já estava pensando nos desafios de usar a bicicleta como meio de transporte ou lazer nas metrópoles. Gestor ambiental, ele criou em 2010 a Bike Anjo. Na época, tratava-se de uma rede de contatos em que um iniciante na “magrela” podia contar com um “anjo” – uma pessoa mais experiente que ensinasse truques para pedalar na cidade. Hoje, além dessa experiência, a ONG oferece oficinas mensais para quem quer aprender a pedalar: “Nosso objetivo é ajudar as pessoas a pensar seu trajeto de forma mais segura e incentivar a cultura da bike desde a infância”, afirma. E completa: “Diferentemente do que afirmam, São Paulo é uma cidade que respeita o convívio com o ciclista”.

Foto JP_bicicleta