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Sonia Racy

23 Março 2016 | 00h21

Por duas vezes FHC teve conversas grampeadas na Presidência. Uma delas foi quando um seu assessor, o diplomata Julio César Gomes, teve o telefone incluído em investigação sobre drogas. A outra, em conversa com André Lara Resende, durante leilão da Telemar.

“A ninguém ocorreu, na época, dizer que se tratava de um problema de segurança ou de soberania nacional”, compara hoje o ex-presidente.

Memória 2

E mais. Cinco juristas pediram, em 2001, o impeachment de FHC, acusando-o de ter oferecido “vantagens patrimoniais” a 20 deputados, para que retirassem suas assinaturas de uma CPI da Corrupção.

Um deles, Goffredo da Silva Telles Jr., morreu em 2009. Os outros – Celso Bandeira de Mello, Dalmo Dallari, Fábio Comparato e Paulo Bonavides – estavam ontem no Planalto, no evento contra o impeachment de Dilma.

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