Audiovisual cresce na contramão da crise

Sonia Racy

13 Outubro 2016 | 01h30

Manoel Rangel, presidente da Ancine, não acredita que a crise econômica possa afetar os bons números, recém-divulgados, do setor de audiovisual. “O setor vem crescendo há anos, mesmo com a economia em declínio”, disse à coluna.  “E os indicadores são de que essa tendência vai continuar.”

As 250 novas salas de cinemas abertas em 2015, assim como o recorde de 20 milhões de espectadores, são exemplo disso. E a área de TV a cabo cresceu 21,4 pontos porcentuais, totalizando 19,6 milhões de assinantes.

A exceção, admite Rangel, “é a TV aberta, cujo faturamento de fato diminuiu”.