Leopolldo foi vendido

Leopolldo foi vendido

Sonia Racy

22 Janeiro 2016 | 01h45

Reprodução

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Apesar da crise que assombra a economia do País, Charlô Whately e Felipe Sigrist não estão com medo de investir em seus negócios. No fim de 2015, a dupla comprou o espaço onde funcionava o Leopolldo Itaim, na rua Tabapuã, em São Paulo. Após uma reforma total, assinada pelo arquiteto Felippe Crescenti, o lugar passa a se chamar Casa Charlô e será inaugurada em abril. “Tiramos aquele ar de vila italiana com um projeto mais limpo e atual (ver ao lado), com muitas árvores na entrada”, revela o restaurateur sobre o mais novo espaço de festas e casamentos da cidade.

Mas os sócios não vão parar por aí. Fazem parte de seus planos abrir novos endereços da Charlô no Rio e em outros Estados além de expandir a rede Chá Chá. O mundo online está igualmente na mira dos dois. Estão apostando alto com as start apps Chef Time e Fresh Time. A seguir, a conversa com Charlô.

Como vai funcionar a Casa Charlô?
Será como era no Jockey Club. Tirando o buffet, que será sempre o nosso, o cliente pode trazer seus fornecedores de todo o resto. Também poremos os nossos à disposição, caso seja necessário.

Com a reforma, o que haverá de novo no espaço?
Praticamente tudo. Tiramos aquele ar de vila italiana criando um projeto mais limpo e atual. E agora a casa terá muitas árvores na entrada.

Será só essa Casa Charlô ou pretendem abrir mais?
Pretendemos abrir em outros Estados – inclusive no Rio. E estudamos o projeto de expansão do Chá Chá.

E a crise não atrapalhou?
Apostamos em um público que não sente muito a crise, mas nós sentimos sim, claro. Não podemos ficar parados, é tempo de renovar. /SOFIA PATSCH