Fortalecido, PSB pensa em ‘democracia interna’ e em atrair militância para 2018

Sonia Racy

10 Outubro 2016 | 14h50

Com 8,3 milhões de votos no País e 414 prefeitos eleitos — 40% do total de 1.081 que se candidataram — o PSB saiu das eleições como o terceiro maior partido do País, eleitoralmente, e o principal do bloco da esquerda. Além disso, concorre em segundo turno em três capitais — Recife, Aracaju e Goiânia — e grandes centros como Guarulhos, Niterói, Petrópolis e Olinda.

Resultado disso: a sigla já tem na agenda o tema “o que fazer para 2018”. Foco imediato? “Reagir ao recado das ruas, ou seja, aos quase 40% de abstenções, votos brancos e nulos, que mostram o desprestigio da classe política”, diz seu presidente Carlos Siqueira.

Para tanto, a direção da legenda já prepara um pacote de medidas para criar uma “democracia interna” e atrair a militância. Uma das ideias é debater, em reuniões abertas, grandes questões para os próximos  anos — entre elas, a adoção, no País, do parlamentarismo.