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Cultura » FHC, corte e costura

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Sonia Racy

19 Março 2016 | 00h45

O que mais se ouve, em conversas com banqueiros e empresários, é a certeza de que o País precisa focar em alguém que tenha credibilidade, experiência e bom trânsito entre os principais partidos – tudo para costurar uma pacificação política.

E assim evitar que aumente o abismo em que mergulhou o País.

FHC 2

O nome mais citado não é o de Michel Temer – sucessor de Dilma na eventualidade de passar o impeachment no Congresso – e sim o de FHC. “Ele não tem mais ambições eleitorais, não seria rival de ninguém”, pondera um banqueiro, lembrando que, de parte do PT, sempre haverá resistência a tudo. Mas existe chance de o ex-presidente ser encaixado nessa missão quase impossível? “Se ele refletir e pensar na sua própria biografia, sim”, assegura um empresário peso-pesado.

Pelo jeito, sondagens neste sentido já começaram.

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