FHC chama Alckmin e Doria de ‘queridos amigos’ e prega união para 2018

FHC chama Alckmin e Doria de ‘queridos amigos’ e prega união para 2018

Sonia Racy

12 Setembro 2017 | 01h00

ALCKMIN, FHC E DORIA

ALCKMIN, FHC E DORIA. FOTO: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Ao lado dos dois aspirantes a candidato tucano para a Presidência da República, em seminário do Lide em São Paulo, FHC não só chamou Alckmin e Doria de “queridos amigos” como pregou também a união para 2018.

Entretanto, o ex-presidente, em seu palestra, não incentivou novas ideias – “ideia todo mundo tem…” – mas propôs retomar-se o compasso da história, perdido nos últimos anos do PT, principalmente na economia. “Foi utopia regressiva, uma tentativa de reatar com um passado que não tinha mais como sobreviver.”

Vanguarda é mote
do ex-presidente


A vanguarda é hoje mote de FHC. Lembrou diante da plateia, no hotel Hyatt, que a narrativa é hoje mais importante do que nunca. “Precisamos que as lideranças expressem os passos adiante, os que temos que dar”. E emendou: “Estamos perdendo a capacidade de olhar para a frente”.

Realmente, o ex-presidente é de longe o mais jovem integrante do partido.